quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Finalizando a Era das Competições de Rede
Percebe-se com o passar do tempo que adentramos em uma outra era, onde surgi uma competição com um novo paradigma, onde a rede de suprimentos será uma fonte de vantagem sustentável com maior valor para o cliente. Entende-se que para obter sucesso é necessário que a organização reconsidere o modo como ver o seu cliente, e reconfigurar a sua cadeia de suprimentos. Conclui-se então que empresas que pretendem continuar com sua mesma forma de condução do mercado, não terá chances no futuro.
De transações para relacionamento

O caminho da lucratividade sustentada se dá a construção de relacionamentos de longo prazo com clientes selecionados. Continuando com o mesmo foco, hoje, a retenção de cliente é uma medida fundamental para o sucesso do marketing de relacionamento. Um ponto bastante relevante para a retenção do cliente é a entrega de um serviço de qualidade superior aos demais, tornando-se importante a grande interação da logística com a retenção do cliente.
De estoque para informação
O gerenciamento da cadeia de suprimentos são tradicionalmente voltados para a previsão da demanda, com um estudo sobre um horizonte de planejamento, para um projeto de estoque necessário para atender a demanda prevista. Porém com atualmente com mercados mais competitivos torna-se mais difícil de prever, correndo-se o risco de excesso ou falta de estoque. O resultado disso para um gerenciamento de uma cadeia de suprimentos é uma melhor visibilidade da demanda real, podendo assim, diminuir a dependência de estoques.
SETE GRANDES TRANSFORMAÇÕES EMPRESARIAIS
No passado as cadeias de suprimentos eram planejadas da fábrica voltada para o mercado e não do cliente voltado para fábrica, com uma garantia de que seus produtos iriam chegar ao mercado com o máximo de eficiência. No entanto no mercado altamente competitivo de hoje o cliente se torna o principal direcionador para um processo de produção.
Mediante esse enfoque no cliente, o processo de “produção empurrada”, que é a otimização de operações, transforma-se numa produção onde nada é feito até que haja demanda para tanto, sendo assim uma “produção puxada pela demanda”. E esse é o princípio japonês do Kaban, onde o sistemas requer um alto nível de flexibilidade das pessoas ligadas a cadeia de suprimento.
Mediante esse enfoque no cliente, o processo de “produção empurrada”, que é a otimização de operações, transforma-se numa produção onde nada é feito até que haja demanda para tanto, sendo assim uma “produção puxada pela demanda”. E esse é o princípio japonês do Kaban, onde o sistemas requer um alto nível de flexibilidade das pessoas ligadas a cadeia de suprimento.
A CADEIA DE SUPRIMENTOS NO FUTURO
É óbvio que mercados e cadeias de suprimentos estão constantemente em mudanças e adaptações dinâmicas. No entanto, as velocidades das mudanças sofreu uma aceleração a ponto de os negócios, no passado super útil, hoje não funcionam mais e claramente se vê que no futuro também não funcionará.
Passamos um ambiente de negócios em que o poder esta nas mãos dos fornecedores para uma situação em que o cliente ou o consumidor é quem dita as regras.
Antes havia um mercado de vendedores atualmente há um mercado de compradores.
Mesmo assim tem sido observado já há algum tempo que estas mudanças estão sendo fundamental, mas, não refletem em uma mudança de pensamento sobre o desenho da cadeia de suprimentos.
O modelo tradicional de cadeia de suprimentos baseia-se em maximização da eficiência, especialmente mediante a exploração das economias de escala. Esse modelo de negócio funcionou bem nas condições para as quais foi desenhado, um exemplo é a produção de produtos padronizados para mercados de massa.
Passamos um ambiente de negócios em que o poder esta nas mãos dos fornecedores para uma situação em que o cliente ou o consumidor é quem dita as regras.
Antes havia um mercado de vendedores atualmente há um mercado de compradores.
Mesmo assim tem sido observado já há algum tempo que estas mudanças estão sendo fundamental, mas, não refletem em uma mudança de pensamento sobre o desenho da cadeia de suprimentos.
O modelo tradicional de cadeia de suprimentos baseia-se em maximização da eficiência, especialmente mediante a exploração das economias de escala. Esse modelo de negócio funcionou bem nas condições para as quais foi desenhado, um exemplo é a produção de produtos padronizados para mercados de massa.
Comunicação
A variável da tecnologia da informação esta sendo um dos mais poderosos direcionadores de mudança nas redes de marketing, tornou a troca de informação entre parceiros da rede de suprimentos fácil e com muitas vantagens. O EDI (Eletronic data interchange)foi um grande percursor da infovia que atualmente existe em quase todos os setores, possibilitando a visibilidade de uma ponta para a outra do canal.
Para o marketing de rede funcionar, é necessário haver ao longo de toda a cadeia de suprimentos, visibilidade e transparência para as informações relevantes existentes. A contabilidade aberta é outra maneira de manisfestar a tendência à transparência, pela qual os dados referentes ao custo compartilhados ao montante e a junsante, portanto o lucro de cada parceiro torna-se visível para os outros.
Para o marketing de rede funcionar, é necessário haver ao longo de toda a cadeia de suprimentos, visibilidade e transparência para as informações relevantes existentes. A contabilidade aberta é outra maneira de manisfestar a tendência à transparência, pela qual os dados referentes ao custo compartilhados ao montante e a junsante, portanto o lucro de cada parceiro torna-se visível para os outros.
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