A variável da tecnologia da informação esta sendo um dos mais poderosos direcionadores de mudança nas redes de marketing, tornou a troca de informação entre parceiros da rede de suprimentos fácil e com muitas vantagens. O EDI (Eletronic data interchange)foi um grande percursor da infovia que atualmente existe em quase todos os setores, possibilitando a visibilidade de uma ponta para a outra do canal.
Para o marketing de rede funcionar, é necessário haver ao longo de toda a cadeia de suprimentos, visibilidade e transparência para as informações relevantes existentes. A contabilidade aberta é outra maneira de manisfestar a tendência à transparência, pela qual os dados referentes ao custo compartilhados ao montante e a junsante, portanto o lucro de cada parceiro torna-se visível para os outros.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Pensamento ganha-ganha
Pode ser que um dos maiores desafios para uma organização obter sucesso em redes de marketing seja a necessidade de se libertar das relações de natureza frequentemente opostas entre comprador e fornecedor que existiam no passado. Atualmente, mais e mais se percebe que a parceria entre a equipe da rede geralmente leva o melhor desempenho. A questão é, se passa a ser determinação de resultados desse maior desempenho, se pode compartilhar-se os vários atores. Ganha-ganha não necessita ser 50/50, mas, o mínimo esperado é que todos os parceiros devem se beneficiar em consequência da cooperação.
O NOVO PARADIGMA ORGANIZACIONAL
Para alcançar o sucesso em todas as áreas de uma empresa é necessário realizar mudanças drásticas dentro da organização. Esta transformação vai muito além do remanejamento do mapa da organização e pede necessariamente em uma mudança na cultura da empresa, que deve obrigatoriamente ser conduzida de cima para baixo. Os princípios mais básicos que orientaram a organização devem ser questionados, pois se torna necessária uma mudança nos paradigmas básicos que por longo tempo estavam presentes na organização.
Todos nós trabalhamos em empresas hierárquicas, verticais e definidas funcionalmente. O organograma de qualquer organização tradicional lembra uma pirâmide e dá a visão objetiva do local em que todos se encaixam em relação uns aos outros. E também este organograma reflete todas as relações de subordinação dentro da organização.
Na verdade, a estrutura organizacional não mudou desde que os exércitos do Império Romano desenvolveram o sistema organizacional de pirâmide. Há algumas dúvidas de que esse modelo de organização foi útil naquela época, mas, hoje temos a certeza que é um modelo duvidoso e que não atinge ao que o mercado impõe. Uma dessas mudanças de mercado foi a velocidade, em virtude do estreitamento dos ciclos de vida dos produtos, o time to market tornou-se muito crítico. E também com o JIT (Just in time), as empresas foram obrigadas a desenvolver sistemas capazes de responder com rapidez e flexibilidade, no qual o cliente tanto exige.
Todos nós trabalhamos em empresas hierárquicas, verticais e definidas funcionalmente. O organograma de qualquer organização tradicional lembra uma pirâmide e dá a visão objetiva do local em que todos se encaixam em relação uns aos outros. E também este organograma reflete todas as relações de subordinação dentro da organização.
Na verdade, a estrutura organizacional não mudou desde que os exércitos do Império Romano desenvolveram o sistema organizacional de pirâmide. Há algumas dúvidas de que esse modelo de organização foi útil naquela época, mas, hoje temos a certeza que é um modelo duvidoso e que não atinge ao que o mercado impõe. Uma dessas mudanças de mercado foi a velocidade, em virtude do estreitamento dos ciclos de vida dos produtos, o time to market tornou-se muito crítico. E também com o JIT (Just in time), as empresas foram obrigadas a desenvolver sistemas capazes de responder com rapidez e flexibilidade, no qual o cliente tanto exige.
ENTRANDO NA ÁREA DA COMPETIÇÃO DE REDES
Notamos um número cada vez maior de empresas em que a logística é claramente vista como importante variável na organização. Empresas como Xerox, Dell, Nokia e 3M investiram muito no desenvolvimento de sistemas logísticos responsivos. Todas estas empresas obtiveram sucesso no mercado, porém com certeza um dos fatores foi a logística bem aplicada.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Como reduzir custos logísticos?
Boa noite! Abaixo segue um artigo de Milton Lourenço muito interessante sobre redução de custos em logística:
Numa situação de crise mundial como a que atravessamos, reduzir custos é fundamental para a sobrevivência de qualquer empresa. Na área de comércio exterior, não há dúvida que contratar os serviços de uma assessoria aduaneira ou operador logístico é o primeiro passo para diminuir custos, como já descobriu, há muito tempo, boa parte das empresas que se dedicam à exportação e importação. Afinal, com a terceirização dos serviços aduaneiros e de logística, a empresa pode se dedicar ao seu core business, ou seja, a sua atividade-fim.É exatamente isto o que deve levar em conta a direção da empresa ao contratar um operador logístico, sem se ater apenas aos valores da proposta comercial. Afinal, ao contratar um operador logístico, a empresa, além de passar a contar com profissionais especializados e uma infra-estrutura adequada, acumula ganhos ao poupar recursos humanos e gastos e tempo com treinamentos, além de recuperar impostos e evitar possíveis passivos trabalhistas que sempre funcionam como bomba de efeito retardado.E não só. A terceirização da logística não deve ser vista apenas como redução dos custos de transporte. Até porque a redução de custos, na maioria das vezes, vem também de forma indireta, pois serviços logísticos mais ágeis acabam por favorecer o fluxo das mercadorias e, assim, o espaço físico que estava destinado para armazenagem de determinados produtos, com a movimentação rápida rumo ao seu destino final, acaba sendo utilizado para receber novos produtos. Há, evidentemente, um ganho, que pode ser indireto, mas que é muito difícil de mensurar.
O exportador/importador deve levar em conta também que o operador logístico, como pode utilizar a mesma equipe para atuar nas operações de vários clientes, fica em condições de cobrar menos por um trabalho com o qual o contratante iria gastar muito mais se tivesse de utilizar seus próprios funcionários e equipamentos. Em outras palavras: o trabalho consolidado para vários clientes garante ao operador logístico custos competitivos.
Além disso, como atua para vários clientes e segmentos ao mesmo tempo, o operador logístico também está sempre mais bem aparelhado em termos de veículos, equipamentos, rastreamento e controle de frota e automação de armazéns. Tudo isso significa menos custos logísticos para o cliente.
Pesquisa recente do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração de Empresas (Coppead) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou que as maiores empresas do Brasil mantêm um índice de terceirização de serviços de logística semelhante ao dos EUA e Europa, ao redor de 91%, principalmente no que diz respeito a transporte.
Em 81% dos casos, segundo o estudo, o objetivo dessa opção é a redução dos custos. No entanto, apenas 57% delas têm alcançado a meta, com uma economia média de 13%. A partir dos dados da pesquisa, levantados junto a 115 empresas entre as de maior faturamento no País em 19 setores da economia, o estudo estima que a terceirização já permite uma redução média de 13% nos custos das empresas, o que representaria um ganho de eficiência no País avaliado em R$ 20 bilhões por ano.
Segundo o levantamento, 73% das empresas também buscam, ao terceirizar, uma melhoria de eficiência operacional. No total de seus orçamentos para logística, os recursos destinados às empresas prestadoras de serviços já chegam a 63%. Pelo menos 48% das organizações consultadas pretendem ampliar o grau de terceirização, enquanto 36% informam que essa pretensão é parcial (restrita a algumas áreas da empresa).
Ainda de acordo com a pesquisa, o índice de terceirização nas grandes empresas brasileiras chega a 94% no transporte de suprimento; 92% no transporte de distribuição; 86% no transporte de transferência (realizado internamente); 64% na armazenagem; e apenas 10% na gestão dos estoques.
Por aqui se vê que, apesar da crise, o futuro para os operadores logísticos é alentador. Até porque, em função do novo cenário mundial, as empresas estão obrigadas a fazer uma revisão de seus custos e de suas cadeias de abastecimento, recorrendo a operadores logísticos para novos estudos, projetos e melhores condições operacionais. O segredo, portanto, está em contratar o operador logístico certo, ou seja, aquele que puder oferecer as melhores soluções a custos reduzidos, sem perda de qualidade e velocidade no atendimento.
Numa situação de crise mundial como a que atravessamos, reduzir custos é fundamental para a sobrevivência de qualquer empresa. Na área de comércio exterior, não há dúvida que contratar os serviços de uma assessoria aduaneira ou operador logístico é o primeiro passo para diminuir custos, como já descobriu, há muito tempo, boa parte das empresas que se dedicam à exportação e importação. Afinal, com a terceirização dos serviços aduaneiros e de logística, a empresa pode se dedicar ao seu core business, ou seja, a sua atividade-fim.É exatamente isto o que deve levar em conta a direção da empresa ao contratar um operador logístico, sem se ater apenas aos valores da proposta comercial. Afinal, ao contratar um operador logístico, a empresa, além de passar a contar com profissionais especializados e uma infra-estrutura adequada, acumula ganhos ao poupar recursos humanos e gastos e tempo com treinamentos, além de recuperar impostos e evitar possíveis passivos trabalhistas que sempre funcionam como bomba de efeito retardado.E não só. A terceirização da logística não deve ser vista apenas como redução dos custos de transporte. Até porque a redução de custos, na maioria das vezes, vem também de forma indireta, pois serviços logísticos mais ágeis acabam por favorecer o fluxo das mercadorias e, assim, o espaço físico que estava destinado para armazenagem de determinados produtos, com a movimentação rápida rumo ao seu destino final, acaba sendo utilizado para receber novos produtos. Há, evidentemente, um ganho, que pode ser indireto, mas que é muito difícil de mensurar.
O exportador/importador deve levar em conta também que o operador logístico, como pode utilizar a mesma equipe para atuar nas operações de vários clientes, fica em condições de cobrar menos por um trabalho com o qual o contratante iria gastar muito mais se tivesse de utilizar seus próprios funcionários e equipamentos. Em outras palavras: o trabalho consolidado para vários clientes garante ao operador logístico custos competitivos.
Além disso, como atua para vários clientes e segmentos ao mesmo tempo, o operador logístico também está sempre mais bem aparelhado em termos de veículos, equipamentos, rastreamento e controle de frota e automação de armazéns. Tudo isso significa menos custos logísticos para o cliente.
Pesquisa recente do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração de Empresas (Coppead) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou que as maiores empresas do Brasil mantêm um índice de terceirização de serviços de logística semelhante ao dos EUA e Europa, ao redor de 91%, principalmente no que diz respeito a transporte.
Em 81% dos casos, segundo o estudo, o objetivo dessa opção é a redução dos custos. No entanto, apenas 57% delas têm alcançado a meta, com uma economia média de 13%. A partir dos dados da pesquisa, levantados junto a 115 empresas entre as de maior faturamento no País em 19 setores da economia, o estudo estima que a terceirização já permite uma redução média de 13% nos custos das empresas, o que representaria um ganho de eficiência no País avaliado em R$ 20 bilhões por ano.
Segundo o levantamento, 73% das empresas também buscam, ao terceirizar, uma melhoria de eficiência operacional. No total de seus orçamentos para logística, os recursos destinados às empresas prestadoras de serviços já chegam a 63%. Pelo menos 48% das organizações consultadas pretendem ampliar o grau de terceirização, enquanto 36% informam que essa pretensão é parcial (restrita a algumas áreas da empresa).
Ainda de acordo com a pesquisa, o índice de terceirização nas grandes empresas brasileiras chega a 94% no transporte de suprimento; 92% no transporte de distribuição; 86% no transporte de transferência (realizado internamente); 64% na armazenagem; e apenas 10% na gestão dos estoques.
Por aqui se vê que, apesar da crise, o futuro para os operadores logísticos é alentador. Até porque, em função do novo cenário mundial, as empresas estão obrigadas a fazer uma revisão de seus custos e de suas cadeias de abastecimento, recorrendo a operadores logísticos para novos estudos, projetos e melhores condições operacionais. O segredo, portanto, está em contratar o operador logístico certo, ou seja, aquele que puder oferecer as melhores soluções a custos reduzidos, sem perda de qualidade e velocidade no atendimento.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Flexibilidade no Ensino - Um jogo para o Ensino de Logística
Este estudo promovido pelo Grupo de Estudos Logísticos – GELOG da Universidade Federal de Santa Catarina trata da renovação didática sobre o ensino de logística.
Como instrumento didático a equipe elaborou um jogo de empresa com o objetivo de simular uma cadeia de suprimento. A simulação como representação do real facilita a aprendizagem da logística.
A capacidade de produzir a um custo menor torna -se um fator de sobrevivência para as empresas nestes tempos de globalização e forte concorrência. O relacionamento entre os elos de uma cadeia de suprimentos é operacionalicizado com eficiência através do aperfeiçoamento das operações e da logística.
Observa-se que muitos dos conceitos contemporâneos de gestão empresarial são de difícil compreensão pelos alunos, necessitando assim de avanços nos procedimentos didáticos facilitadores do processo de construção e assimilação do conhecimento.
Essa nova ferramenta didática apontada pelo GEPO para facilitação da aprendizagem de logística utiliza ferramenta computacional centrando as atividades em situações-problema e estudos de caso, estimulados por diversificadas recursos didáticos, destacando a facilidade de que essa estratégia tem para articular a teoria com a prática e estimular o raciocínio crítico e contextual.
Este estudo define logística como um termo de origem militar que significava a arte de transportar, abastecer e alojar tropas. O termo tornou-se mais abrangente, sendo utilizado como gerência de estoques, armazenamento e movimentação. Mais tarde, a definição de logística foi sendo aperfeiçoada para: “Logística é a parte do processo da cadeia de suprimento que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo e estocagem de bens, serviços e informações relacionadas, do ponto de origem ao ponto de consumo, visando atender os requisitos dos consumidores”.
O GEPO também buscou estudiosos no assunto para definir as cadeias de suprimento que são normalmente definidas como a integração dos diversos processos de negócios e organizações, desde o usuário final até os fornecedores originais, que proporcionam os produtos, serviços e informações que agregam valor para o cliente ao longo do tempo.
O trabalho fala da importância da metodologia de ensino, o jogo como ferramenta de ensino, metodologia de desenvolvimento de jogos e especificamente em que consistem os jogos de empresa. Destaca a importância do jogo para o ensino do gerenciamento de cadeias de suprimentos.
O GELOG-UFSC ressalta como pontos fundamentais:
· Dinamismo do ensino da gestão de operações logísticas;
· Utilização dos avanços tecnológicos e de modernas técnicas de aprendizado que um curso de graduação conceituado requer;
· Entendimento da importância e viabilidade do fluxo rápido de informações entre fornecedores e clientes;
· Familiarização com os cenários tático, operacional e estratégico da realidade empresarial;
· Flexibilização da aprendizagem, permitindo a utilização da ferramenta didática em qualquer lugar a qualquer momento;
· Melhor fixação dos conhecimentos adquiridos;
· Entendimento de uma Cadeia de Suprimentos, uma problemática que é de difícil compreensão através dos tradicionais métodos de ensino.
É inegável a importância do jogo como ferramenta de aprendizagem e mais do que isso oferece subsídios para o desenvolvimento de competências e caráter empreendedor dos estudantes, permitindo evoluir e aprimorar habilidades necessárias para o mercado de trabalho.
Nesta perspectiva o estudo, através de uma pesquisa literária faz a defesa da importância da utilização dos jogos simulados com ferramenta de ensino. Os diversos autores citados neste trabalho concordam com a excelência da ferramenta como instrumento de aprendizagem uma vez que proporcionam ao aprendiz, através de simulações, o desenvolvimento de raciocínio matemático e o que é mais importante, possibilita o enfrentamento com as diversas situações práticas, compatibilizando teoria versos prática, e a tomada de decisão. Sintonizados nesse aspecto, educadores de diferentes correntes também defendem essa ferramenta da tecnologia, em qualquer situação de aprendizagem, seja na empresa ou na sala de aula.
Comentários
O jogo sempre se constituiu numa ferramenta de aprendizagem. No mundo contemporâneo, essa ferramenta foi aperfeiçoada pela tecnologia. O jogo empresarial é um exercício seqüencial de tomada de decisão aplicado em rede virtual, estruturado dentro de um modelo de conhecimento empresarial em que os participantes assumem o papel de administradores de empresas.
Acredita-se que a utilização dos jogos empresarias como ferramenta de aprendizagem, representa uma questão instigante para a motivação, critério fundamental no processo ensino aprendizagem.
Vale ressaltar que essa ferramenta contribui para desenvolver espírito de equipe e compartilhamento de decisões; responsabilizar-se pelo todo, comprometendo-se com o sucesso coletivo; defender seu ponto de vista com argumentos coerentes e embasados em análise contextualizada; compreender o comportamento das variáveis reais aplicadas em situações simuladas.
Essa ferramenta de aprendizagem tem o caráter de transversalidade do conhecimento, ou seja, possibilita a abordagem de vários assuntos ao mesmo tempo.
Como instrumento didático a equipe elaborou um jogo de empresa com o objetivo de simular uma cadeia de suprimento. A simulação como representação do real facilita a aprendizagem da logística.
A capacidade de produzir a um custo menor torna -se um fator de sobrevivência para as empresas nestes tempos de globalização e forte concorrência. O relacionamento entre os elos de uma cadeia de suprimentos é operacionalicizado com eficiência através do aperfeiçoamento das operações e da logística.
Observa-se que muitos dos conceitos contemporâneos de gestão empresarial são de difícil compreensão pelos alunos, necessitando assim de avanços nos procedimentos didáticos facilitadores do processo de construção e assimilação do conhecimento.
Essa nova ferramenta didática apontada pelo GEPO para facilitação da aprendizagem de logística utiliza ferramenta computacional centrando as atividades em situações-problema e estudos de caso, estimulados por diversificadas recursos didáticos, destacando a facilidade de que essa estratégia tem para articular a teoria com a prática e estimular o raciocínio crítico e contextual.
Este estudo define logística como um termo de origem militar que significava a arte de transportar, abastecer e alojar tropas. O termo tornou-se mais abrangente, sendo utilizado como gerência de estoques, armazenamento e movimentação. Mais tarde, a definição de logística foi sendo aperfeiçoada para: “Logística é a parte do processo da cadeia de suprimento que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo e estocagem de bens, serviços e informações relacionadas, do ponto de origem ao ponto de consumo, visando atender os requisitos dos consumidores”.
O GEPO também buscou estudiosos no assunto para definir as cadeias de suprimento que são normalmente definidas como a integração dos diversos processos de negócios e organizações, desde o usuário final até os fornecedores originais, que proporcionam os produtos, serviços e informações que agregam valor para o cliente ao longo do tempo.
O trabalho fala da importância da metodologia de ensino, o jogo como ferramenta de ensino, metodologia de desenvolvimento de jogos e especificamente em que consistem os jogos de empresa. Destaca a importância do jogo para o ensino do gerenciamento de cadeias de suprimentos.
O GELOG-UFSC ressalta como pontos fundamentais:
· Dinamismo do ensino da gestão de operações logísticas;
· Utilização dos avanços tecnológicos e de modernas técnicas de aprendizado que um curso de graduação conceituado requer;
· Entendimento da importância e viabilidade do fluxo rápido de informações entre fornecedores e clientes;
· Familiarização com os cenários tático, operacional e estratégico da realidade empresarial;
· Flexibilização da aprendizagem, permitindo a utilização da ferramenta didática em qualquer lugar a qualquer momento;
· Melhor fixação dos conhecimentos adquiridos;
· Entendimento de uma Cadeia de Suprimentos, uma problemática que é de difícil compreensão através dos tradicionais métodos de ensino.
É inegável a importância do jogo como ferramenta de aprendizagem e mais do que isso oferece subsídios para o desenvolvimento de competências e caráter empreendedor dos estudantes, permitindo evoluir e aprimorar habilidades necessárias para o mercado de trabalho.
Nesta perspectiva o estudo, através de uma pesquisa literária faz a defesa da importância da utilização dos jogos simulados com ferramenta de ensino. Os diversos autores citados neste trabalho concordam com a excelência da ferramenta como instrumento de aprendizagem uma vez que proporcionam ao aprendiz, através de simulações, o desenvolvimento de raciocínio matemático e o que é mais importante, possibilita o enfrentamento com as diversas situações práticas, compatibilizando teoria versos prática, e a tomada de decisão. Sintonizados nesse aspecto, educadores de diferentes correntes também defendem essa ferramenta da tecnologia, em qualquer situação de aprendizagem, seja na empresa ou na sala de aula.
Comentários
O jogo sempre se constituiu numa ferramenta de aprendizagem. No mundo contemporâneo, essa ferramenta foi aperfeiçoada pela tecnologia. O jogo empresarial é um exercício seqüencial de tomada de decisão aplicado em rede virtual, estruturado dentro de um modelo de conhecimento empresarial em que os participantes assumem o papel de administradores de empresas.
Acredita-se que a utilização dos jogos empresarias como ferramenta de aprendizagem, representa uma questão instigante para a motivação, critério fundamental no processo ensino aprendizagem.
Vale ressaltar que essa ferramenta contribui para desenvolver espírito de equipe e compartilhamento de decisões; responsabilizar-se pelo todo, comprometendo-se com o sucesso coletivo; defender seu ponto de vista com argumentos coerentes e embasados em análise contextualizada; compreender o comportamento das variáveis reais aplicadas em situações simuladas.
Essa ferramenta de aprendizagem tem o caráter de transversalidade do conhecimento, ou seja, possibilita a abordagem de vários assuntos ao mesmo tempo.
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